04 Fevereiro 2007

Guerra particular

Ironic

It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures

...

Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out when
You think everything's gone wrong and everthing blows up
In your face

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E não é muito irônico mesmo???

É isso aí...

Charlie Brown Jr também é cultura...
"Eu falo tudo o que ela gosta de escutar / Deve ser por isso que ela vem me procurar"

Caralho... gripe da porra...
Num tava com vontade de sair hoje não... de verdade que eu não queria...
Mas as minhas opções são ótimas... estou entre as apresentações tosquíssimas do American Music Awards e uma merda de um show do Charlie Brown Jr que não acaba mais nunca (depois pelo menos parece que vai rolar FatBoy Slim).

Aí eu fico mudando de canal. A Net aqui só vai até o 43. Puta que pariu! Já passei por eles todos mais de 20 vezes... e nada de coisa que preste nessa merda...

E às vezes eu só não queria estar sozinha.

Sim, eu gosto de conversar de madrugada.

29 Janeiro 2007

Vestibular

A expectativa era grande. Bem no fundo, eu sabia que tinha passado, mas não podia aceitar antes de ver meu nome escrito lá.
E vi!
E agora estou voltando pro curso que eu amo!

27 Janeiro 2007

Estranho...

22 Janeiro 2007

O final das histórias sempre deviam ser iguais aos que a gente escreve. As histórias que a gente escreve pras crianças, aquelas com final feliz... Aquelas onde as famílias nunca acabam... onde os amigos nunca vão embora... finais felizes!
Coisas estranhas... será que elas estão fadadas a ser estranhas sempre?
Cadê o destino pra mudar tudo???
Onde é que a gente encontra aquilo que a gente precisa exatamente quando a gente precisa???

Need you so fuckin' much...

21 Janeiro 2007

Vou tentar atualizar isso sempre que puder.
Pretendo renovar um pouco meus hábitos, na verdade.
Chega de ser impulsiva desse jeito... caramba!
Preciso me conquistar... pra conquistar gente nova também! E pra conquistar o que eu quero.

Vamos fazer o seguinte: eu sigo em frente, mas eu continuo contando contigo do meu lado.
Mesmo que seja pra brigar, pra dar bronca.
Quantas vezes eu falei que não queria mais te machucar e fui lá e ferrei tudo??? Acho que já chega!
Pela 2ª vez eu te prometo que você vai ser a pessoa mais feliz desse mundo no que depender de mim!

Amo você, babe!

29 Dezembro 2006

O final de 2006... o início de um ano bom!

[b]Preciso dizer que te amo[/b]

Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
E eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser teu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto

[b]Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira[/b]

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto

18 Setembro 2006

Por não estarem distraídos - Clarice Lispector

Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que, por admiração, se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.